Particularmente falando, não consigo detectar dentro da comunidade cristã um problema maior do que a falta de percepção e cuidado em relação as raizes que sustentam a igreja de Deus. Por raízes, quero me referir àqueles princípios: soberania de Deus, o evangelho da graça, dentre outros assuntos que quando bem proferidos causam uma grande satisfação na vida de toda uma comunidade cristã.
Temos vivenciado todo os tipos de artimanhas e estratégas com finalidades diversas, como por exemplo como se dar bem na vida financeira, e isso não e bom? e claro que é bom, mas não é a causa maior de nossa existência. Podemos perceber que muitos estão firmados em cima de mentiras, estratégias psicológicas, pensamentos filosóficos e por aí vai. Precisamos mais de líderes e pessoas comprometidas com a verdade de Deus e suas normas de conduta. Ele é um Ser moral, digno de glória.
Deixo aqui a oportunidade para que você possa tecer dentro desse assunto o seu comentário. Terei prazer em publicá-lo.
Que Deus nos abençoe.
" Quão formosos são sobre os montes os pés do que anuncia as boas-novas, que faz ouvir a paz, que anuncia coisas boas, que faz ouvir a salvação, que diz a Sião: " O teu Deus reina ". Is 52.7
"Quem despreza a pregação despreza a Deus, porque Ele não fala por novas revelações do céu, mas pela voz de seus ministros, a quem confiou a pregação da sua Palavra". J. Calvino
Bem vindo(a)
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segunda-feira, 20 de junho de 2011
domingo, 28 de novembro de 2010
Reconhecendo e aceitando o cuidado paternal de Deus.
Há uma forma errônea de pensar que Deus é somente doador de coisas boas, por isso, àqueles que não tem um conhecimento mais profundo a respeito D'ele, tornam-se as maiores vítimas desse engodo. Mas isso não é verdade? Sim, Deus, de fato é doador de todo o bem, porém , não podemos e não devemos nos esquecer que, Ele reserva para si o direito absoluto, não concedido por nada e nem por ninguém, de agir de forma que não lhe cause contrariedade.
Quando passamos e temos a oportunidade de estudar a fundo os seus atributos incomunicáveis, somos surpreendidos com afirmções bíblicas que revelam o caráter de soberano de Deus e suas ações muito particulares e próprias. Com isso quero dizer que, assim como recebemos todo o bem de Deus também podemos receber da parte D'ele, correções, exortações dolorosas, etc.
Podemos ter certeza de uma coisa: assim como a bondade e misericórdia de Deus é intensa em todo o seu percentual, da mesma forma é o seu preciso julgamento. Deus não pode violar seu próprio Ser.
Observemos o que diz o salmista no capítulo 127 parte b: "... aos seus amados Ele o dá enquanto dormem". No início do capítulo ele vem falando sobre o inutilidade dos esforços humanos sem a atução divina. É inútil edificar a casa se Deus não for o centro das atenções. É inútil os seguranças passarem a noite em total vigilância se não houver confiança em Deus como o guarda fiel. Exemplo disso são pessoas que reservam para si homens armados, confiando que vão lhe proporcionar a guarda de sua vida.
Ainda no verso 3, ele fala da inutilidade de se viver só para suprir as necessidades, pois como diz o sábio Salomão, é tudo vaidade. E enfim, apesar de todo os nossos esfoços, Deus ainda assim continua nos ensinando que, se no suor que é derramado no cumprimento do nosso dever não houver gratidão para com Ele, precisamos nos lembrar que em todas as nossas ações , Deus precisa ser glorificado. Não que Ele precise deste ato de nossa parte, mas como sinal de eterna gratidão.
Mesmo enquanto dormimos Deus cuida e faz as provisões necessárias para aqueles que N'ele confia.
Ao Senhor eterno, ações de graças.
Por presb. Ronicleudo.
Quando passamos e temos a oportunidade de estudar a fundo os seus atributos incomunicáveis, somos surpreendidos com afirmções bíblicas que revelam o caráter de soberano de Deus e suas ações muito particulares e próprias. Com isso quero dizer que, assim como recebemos todo o bem de Deus também podemos receber da parte D'ele, correções, exortações dolorosas, etc.
Podemos ter certeza de uma coisa: assim como a bondade e misericórdia de Deus é intensa em todo o seu percentual, da mesma forma é o seu preciso julgamento. Deus não pode violar seu próprio Ser.
Observemos o que diz o salmista no capítulo 127 parte b: "... aos seus amados Ele o dá enquanto dormem". No início do capítulo ele vem falando sobre o inutilidade dos esforços humanos sem a atução divina. É inútil edificar a casa se Deus não for o centro das atenções. É inútil os seguranças passarem a noite em total vigilância se não houver confiança em Deus como o guarda fiel. Exemplo disso são pessoas que reservam para si homens armados, confiando que vão lhe proporcionar a guarda de sua vida.
Ainda no verso 3, ele fala da inutilidade de se viver só para suprir as necessidades, pois como diz o sábio Salomão, é tudo vaidade. E enfim, apesar de todo os nossos esfoços, Deus ainda assim continua nos ensinando que, se no suor que é derramado no cumprimento do nosso dever não houver gratidão para com Ele, precisamos nos lembrar que em todas as nossas ações , Deus precisa ser glorificado. Não que Ele precise deste ato de nossa parte, mas como sinal de eterna gratidão.
Mesmo enquanto dormimos Deus cuida e faz as provisões necessárias para aqueles que N'ele confia.
Ao Senhor eterno, ações de graças.
Por presb. Ronicleudo.
segunda-feira, 11 de outubro de 2010
493 anos de Reforma Protestante e a importância de sua mensagem para os dias de hoje
Em 31 de outubro de 1517, Martinho Lutero pregou as suas hoje famosas 95 teses na porta da catedral de Wittenberg. Periodicamente as igrejas evangélicas relembram aqueles eventos que, na soberana providência de Deus, preservaram viva a Sua Igreja. Muitos, entretanto, questionam essas comemorações e alguns chegam até a contestar a lembrança da Reforma. Então, por que considerar o que aconteceu há quase 500 anos?
Seguramente, muitos não estudam a Reforma Protestante por mero desconhecimento do fato, por falta de informação ou por não se aperceberem da sua importância na vida daIgreja e da humanidade. Outros há que procuram um esquecimento voluntário daqueles eventos do século XVI. Martin Lloyd-Jones nos fala que entre aqueles que rejeitam a memória da Reforma temos, basicamente, dois tipos de argumentação:
1- Dos que dizem que o passado nada tem a nos ensinar;
2- Dos que vêem a Reforma como uma tragédia na história religiosa da humanidade.
Para os primeiros, somente o progresso científico e o futuro nos interessam. Firmadas em uma mentalidade evolucionista, estas pessoas partem para uma abordagem histórica de que o presente é melhor do que o passado. Eles nada enxergam na história que possa nos servir de lição, apoio, ou alerta. Já para os segundos, devemos estudar a unidade e não um movimento que trouxe a divisão e o cisma ao cristianismo. Para eles, perdemos tempo quando nos ocupamos de algo "tão negativo".
Podemos dar graças , entretanto, pelo fato de que um pequeno segmento da igreja ainda acha importante relembrar e aplicar as questões levantadas pelos reformadores. Contudo, segundo Lloyde-Jones nos alerta para um perigo que ainda existe no interesse pelos acontecimentos que marcaram o séc. XVI. Na realidade, ele nos confronta com uma forma errada e uma forma certa de relembrar o passado, do ponto de vis ta religioso.
A forma errada seria estudar o passadp por motivos meramente históricos. Alguém pode olhar para trás e luvar homens famosos, mas isso pode ser pura hipocrisia se não aceitar, no presente, aqueles que pregam a mensagem de Lutero e de Calvino. Somos mesmo admiradores da Reforma promovida por aqueles grandes profetas de Deus?
A forma correta de relembrar a Reforma é, portanto, verificar a mensagem, a Palavra de Deus como foi pregada, e isso não apenas por um interesse histórico, mas com o bom propósto de imitar a fé ali demonstrada. Devemos observar esse evento e aqueles homens, para aprender e seguir os seus exemplos, discernindo sua mensagem e aplicando-a aos nossos dias.
Ao Deus atemporal seja o louvor.
(extraído do site Monergismo)
Seguramente, muitos não estudam a Reforma Protestante por mero desconhecimento do fato, por falta de informação ou por não se aperceberem da sua importância na vida daIgreja e da humanidade. Outros há que procuram um esquecimento voluntário daqueles eventos do século XVI. Martin Lloyd-Jones nos fala que entre aqueles que rejeitam a memória da Reforma temos, basicamente, dois tipos de argumentação:
1- Dos que dizem que o passado nada tem a nos ensinar;
2- Dos que vêem a Reforma como uma tragédia na história religiosa da humanidade.
Para os primeiros, somente o progresso científico e o futuro nos interessam. Firmadas em uma mentalidade evolucionista, estas pessoas partem para uma abordagem histórica de que o presente é melhor do que o passado. Eles nada enxergam na história que possa nos servir de lição, apoio, ou alerta. Já para os segundos, devemos estudar a unidade e não um movimento que trouxe a divisão e o cisma ao cristianismo. Para eles, perdemos tempo quando nos ocupamos de algo "tão negativo".
Podemos dar graças , entretanto, pelo fato de que um pequeno segmento da igreja ainda acha importante relembrar e aplicar as questões levantadas pelos reformadores. Contudo, segundo Lloyde-Jones nos alerta para um perigo que ainda existe no interesse pelos acontecimentos que marcaram o séc. XVI. Na realidade, ele nos confronta com uma forma errada e uma forma certa de relembrar o passado, do ponto de vis ta religioso.
A forma errada seria estudar o passadp por motivos meramente históricos. Alguém pode olhar para trás e luvar homens famosos, mas isso pode ser pura hipocrisia se não aceitar, no presente, aqueles que pregam a mensagem de Lutero e de Calvino. Somos mesmo admiradores da Reforma promovida por aqueles grandes profetas de Deus?
A forma correta de relembrar a Reforma é, portanto, verificar a mensagem, a Palavra de Deus como foi pregada, e isso não apenas por um interesse histórico, mas com o bom propósto de imitar a fé ali demonstrada. Devemos observar esse evento e aqueles homens, para aprender e seguir os seus exemplos, discernindo sua mensagem e aplicando-a aos nossos dias.
Ao Deus atemporal seja o louvor.
(extraído do site Monergismo)
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